Cine Clube Lumière 04 de novembro

30 de outubro de 2010 by

 

Esse é o trailer do premiadíssimo filme Bella que será exibido na próxima quinta-feira no Zênite Cursos (Av. Olívia Flores, ) como atividade do Cine Clube Lumière que é mais uma iniciativa do ICA (Instituto Conselheiro Ayres) às 19 horas (entrada franca).

Os comentários, ao final do filme, serão feitos pela estudante Gabriela  e pelo filósofo e professor Elton Quadros.

Aqui vai uma breve matéria aparecida no site Zenit:

 

Prêmio Madre Teresa de Calcutá para o filme “Bella”

Entregue a Eduardo Verastegui no Parlamento Italiano

Por Antonio Gaspari

ROMA, quinta-feira, 4 de março de 2010 (ZENIT.org).- Carlo Casini, presidente da Comissão para Assuntos Constitucionais do Parlamento Europeu, entregou nesta terça-feira, no Parlamento Italiano, o prêmio Madre Teresa de Calcutá ao ator mexicano Eduardo Verastegui, protagonista e co-produtor do filme “Bella”.

Casini, que também é presidente do Movimento para a Vida na Itália, explicou que o Parlamento Europeu outorga prêmios que no geral não levam em conta as pessoas que lutam pela defesa da vida e da família. Por esse motivo, explicou que os Movimentos para a Vida no velho continente decidiram instituir esse prêmio, remetendo à religiosa albanesa, para homenagear aqueles que apoiam a vida e a família natural.

Este ano, o homenagiado foi o filme “Bella”, uma história de amor cujos protagonistas superam suas dificuldades graças ao nascimento de uma menina. Situada em Nova York, o filme ganhou o prêmio People’s Choice Award no Festival Internacional de Cinema de Toronto.

Na entrega do prêmio participou Pierferdinando Casini, ex-presidente da Câmara dos Deputados da Itália, que observou: “temos de divulgar este filme, porque nenhuma pessoa inteligente se prejudica com a sua mensagem, que não é ideológica, mas comovedora”.

Casini, líder do partido da União Democrática de Centro, fez referência à lei do aborto, confirmando que “o valor da vida e a maternidade é um denominador comum que une todos”, pois “temos de ajudar as mulheres que estão sozinhas e em dificuldades durante a gravidez.”

O diretor do jornal “Avvenire”, Marco Tarquinio, constatou que o filme “Bella” exalta a harmonia da família. “Na solidão há morte e na relação entre as pessoas está a vida”.

A produtora italiana Lux Vide comprou os direitos do filme “Bella” na Itália e anunciou que, após a distribuição nos cinemas, será transmitido pela rede pública italiana RAI, este ano.

Eduardo Verastegui, ao agradecer a concessão do prêmio, explicou que esse filme mudou sua vida e de muitas pessoas: calcula-se que ao menos 300 crianças que deviam ser abordatas puderam nascer depois que suas mães assistiram a “Bella”.

O ator também fez referência ao debate que aconteceu no México sobre o aborto e constatou que, nessa República, 18 Estados reconheceram em sua Constituição o direito à vida desde sua concepção.

http://www.zenit.org/article-24259?l=portuguese

 

 

Cine Clube Lumière: Amor à Flor da Pele

29 de setembro de 2010 by

No Cine Clube Lumière deste mês, na quinta-feira 30 de setembro, apresenta o filme Amor à Flor da Pele de Kar Wai com comentários de Lucas Pereira Novaes e Pollyana Santos.

A sessão acontecerá, como sempre, na sede do Curso pré-vestibular Zênite (Rua Olívia Flores, 423).

Veja abaixo um comentário e um trecho do filme:

Relatório da reunião de sábado (25-09-2010)

29 de setembro de 2010 by

Há algum tempo, publicavamos aqui no blog, relatórios das reuniões do Grupo de Estudo que realizamos semanalmente no ICA. Depois de um tempo sem essa prática, retornamos agora, com o texto abaixo de Lucas Pereira Novaes, sobre a Política de Aristóteles, o texto base de nossas leituras desde meados de 2009. Como vocês podem ver, já estamos no início do terceiro livro:

Resumo das leituras

Livro III da Política de Aristóteles

Na última reunião de sábado (25/09), discutimos os três primeiros títulos do terceiro livro da Política. Trata-se da concepção de cidadão, assim como a implicação da mesma no conceito aristotélico de cidade.

Partindo de uma primeira aproximação ao conceito de cidade, que é “uma realidade composta”, e que, a despeito de possuir diferentes partes, forma “um todo composto” – “um composto de cidadãos” (p. 185) –, o estagirita passa, com isso, à definição de cidadão. O conceito de cidadão é variável por poder ser diferente conforme tipos de governo distintos (a exemplo de democracia e oligarquia). O filósofo grego ainda elimina os critérios de habitação (ninguém é cidadão só por viver em algum lugar), da partilha de direitos cívicos (por conta de os estrangeiros também possuírem alguns direitos, como os habitantes da cidade), assim como da idade (as crianças e os anciãos têm limitada participação).

A partir da exclusão de critérios para a definição de cidadão, há a procura pela definição em “absoluto” (p. 187) do que a cidadania vem a ser. Cidadão é, portanto, todo aquele que é capaz de “participar na administração da justiça e no governo”.

Contudo, “o cidadão difere, necessariamente, em cada regime” (p. 189). A definição adotada na Política é a do cidadão no regime democrático. Acontece, por exemplo, em alguns regimes, o fato de não ser conferido ao povo nenhuma função em especial, o que fere, obviamente, o critério de “participação”, pressuposto do cidadão democrático.

Ademais, a contestação do que se diz ser cidadania vem a seguir. Aristóteles, ao mencionar o costume de considerar cidadão o nascido de pais cidadãos, ou aquele cuja “condição de cidadania requer duas, três ou mais gerações”, refuta o argumento de geração com raciocínio digno do Filósofo: esse critério de cidadania nunca poderia ser aplicado aos primeiros habitantes de uma cidade ou a seus fundadores. (p. 191)

Passa-se, então, à definição de cidade e os problemas advindos e/ou originados da mesma. A dificuldade em manter critérios que definem a cidadania em cidades que passam por transformações bruscas ou processos revolucionários é imensa, visto que, como já foi dito, o significado de “cidadania” muda conforme mudam os governos. Para minimizar ou “suprir essa dificuldade”, Aristóteles tenta limitar a cidade a uma essência – para isso, “atender apenas ao território e à população” é o modo mais óbvio de fazê-lo. Contudo, fala-nos, ainda, mais à frente, que “o critério para determinar a identidade da cidade é o critério de regime” (p. 195), a despeito de também ser considerada a constituição da cidade no que diz respeito a etnias, território, população e diferenças dos mais variados tipos.

Um momento inesquecível!

7 de setembro de 2010 by

Apresentação de Helen e Desirée ao final da sessão do Cine-clube Lumiére com a exibição do filme O Gosto dos Outros.

Sonora Brasil com o Conjunto Gyn Câmera/GO no dia 23 de agosto

18 de agosto de 2010 by

Cine Clube Lumière apresenta…

28 de julho de 2010 by

Quinta-feira dia 29 de julho às 19 horas, o filme Festim Diabólico (Hope, 1948) de Alfred Hitchcok. A sessão será  na sede do cursinho Zênite (Olívia Flores, 423). O filme é um dos grandes clássicos do diretor morto há 30 anos.

Depois da exibição, o professor e filósofo Elton Moreira Quadros e a estudante Bianca Oliveira, ambos membros do ICA, farão comentários.

2 anos de ICA hoje… Viva!

5 de julho de 2010 by

Hoje, 4 de julho, completamos dois anos de existência!

Obrigado Deus, a todos os membros e aos amigos do Instituto Conselheiro Ayres!

Um rap no site do ICA?

4 de julho de 2010 by

Um rap sobre uma discussão econômica entre o estatista Keynes e o liberal Hayek. Muito legal e intessantíssimo.

Não fiquem preocupados caso não entendam algo. Eu não entendi muito coisa também, especialmente, da parte de Keynes!rs

Aqui vai o link: http://www.youtube. com/watch? v=O5jeXrKvJXU

Dica de palestras da É Realizações

4 de julho de 2010 by

Descobri um site com palestras muitos interessantes no site da Editora É Realizações, confira no link: http://www.erealizacoes.com.br/espaco/palestras.asp

Com a bagagem do ano velho…

2 de janeiro de 2010 by

Marc Chagall - 1913

(…) as obras-primas artísticas surgidas na Europa nos séculos passados são incompreensíveis, se não se tem em consideração a alma religiosa que as inspirou. Um artista que sempre deu testemunho do encontro entre estética e fé, Marc Chagall, escreveu que “os pintores durante séculos banharam o seu pincel naquele alfabeto colorido que era a Bíblia”. Quando a fé, particularmente celebrada na liturgia, encontra a arte, cria-se uma profunda sintonia, porque ambas podem e querem falar de Deus, tornando visível o Invisível.

(Papa Bento XVI na Audiência Geral de 18 de novembro de 2009)

No ano de 2009 tive algumas boas descobertas. Não são coisas conhecidas neste ano, são coisas que comecei a prestar atenção ou que me tocaram especialmente. Entre essas descobertas, está a obra de Marc Chagall.

Chagall é um judeu de origem russa que viveu a maior parte de sua vida na França. Não coincidentemente, também foi em 2009, que comecei a ler com maior atenção e interesse a obra de Emanuel Lévinas, um filósofo judeu de origem russa que vivem a maior parte de sua vida na França!

Para conhecer mais a obra de Chagall dê uma olhada aqui: http://www.ricci-art.net/img002/261.jpg e aqui: http://www.slideboom.com/presentations/62855/Marc-Chagall-Paintings


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.